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Mostrando postagens de Janeiro, 2012

A Música Barroca para Canto e Cembalo

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Na noite de 15 de dezembro de 2011 na Sala Augusto Meira Filho em Belém do Grão-Pará dois músicos franceses fizeram um dos mais luxuosos recitais da temporada de concertos 2011 na capital paraense. A voz pura do mezzo-soprano Maïlys de Villoutreys e os toques suaves e criteriosos do cravista Ronan Khalil encheram a Sala Augusto Meira /Filho da extraordinária beleza da música barroca européia. Todos aqueles que, como eu, compareceram a esse recital devem ter se sentido privilegiados por acompanhar tão encantadora performance musical. Fazia muito tempo que Belém não tinha um recital de música barroca de altíssimo nível como esses dois jovens franceses apresentaram. Infelizmente, por motivo de doença, não pude gravar a apresentação como de costume para que vocês possam assistir aqui. Fica o vácuo. Mas se por bondade o senhor destino trouxer esses dois maravilhosos músicos para tocar novamente em Belém é claro que irei devidamente preparado.
Informações do programa:



A MÚSICA BARROCA P…

Natal com arte em toda parte 2011

Após o esquecimento da SECULT-PA pelo governo petista de Ana Júlia Carepa, o Natal com Arte em Toda Parte volta a figurar no calendário natalino belenense com o retorno de Simão Jatene ao governo do estado do Pará, novamente com o arquiteto Paulo Chaves no timão da Secretaria Estadual de Cultura.        Espetáculo grandioso, como é do gosto dos tucanos, e do público belenense é claro, teve tudo o que lhe é próprio: Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz, Coro Infantil Vale Música, Coro do Festival de Ópera, Patrícia de Oliveira e Atalla Ayan; esse em passagem natalina na sua cidade natal.       Uma queima de fogos de artifício encerrou o espetáculo lavando e iluminando a alma de todos nós paraense que temos a nossa capacidade cultural de volta, livre das ideologias sindicalistas dos petistas.

VÍDEOS:







CARMINA BURANA NO FESTIVAL DE ÓPERA
     Nas noites de 26, 27 e 29 de novembro de 2011 foram realizadas as recitas da cantata cênica de Carl Orff, favorita das salas de concertos. Isso, talvez, explique o fato de uma cantata ter sido escolhida para um festival operístico. Mas para aqueles que conhecem o festival de ópera paraense sabem que ele nunca foi plenamente operístico.                   Mas dessa vez pelo menos tiveram  cuidado de escolher uma obra encenável como Carmina Burana; já apresentada anteriormente em Belém dentro do Festival Internacional de Música do Pará.      Cenicamente, na minha opinião, a cantata foi muito bem montada, com as cenas sendo muito bem encaixadas umas nas outras, sem cortes bruscos no desenvolvimento cênico.      O figurino ficou bastante bonito, porém “limpinho” demais para a visão suja que temos da Idade Média, mais lembrando pastores austríacos do Setecentos do que sujos camponeses medievais. O destaque ficou para o figurino de Lyz Nardotto, con…